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| Do Brasil para o mundo, nao importa o local, eu quero multiplicar o BEM.

Sempre gostei muito de ajudar as pessoas. Percebia uma certa satisfação interna nisto. Mesmo que fosse em coisas rotineiras como: dar informação na rua, indicar um amigo para uma vaga de trabalho, ensinar algo novo que fosse útil para alguém, etc. Sabia reconhecer os sinais positivos da "corrente do bem", porém não sabia exatamente onde e em que eu gostaria de ajudar as pessoas mais freqüentemente. Foi então que, trabalhando para uma empresa do setor Farmacêutico, comecei a visitar hospitais e percebi que entre aquelas paredes brancas e frias não havia disfarce. Ou seja, cheguei a conclusão que as pessoas deixam suas "máscaras" de lado e são verdadeiras na hora da dor. Mas, apesar de muito triste e carente, o ambiente hospitalar me fascinou e então, decidi me tornar uma voluntária para a área da Saúde. Foi então que, procurei a Associação Viva e Deixe Viver e me tornei uma contadora de história (voluntária) para crianças e adolescentes hospitalizados. Depois de algum tempo, que já estava contando história para as crianças no hospital Beneficência Portuguesa em São Paulo, meu marido e eu tivemos que mudar para os Estados Unidos, onde passamos dois anos de nossas vidas. Para mim, foi apenas uma transferência de ambiente, pois continuei contando histórias para pequenos pacientes do Hospital UVA Health System em Virginia (um hospital referência no tratamento de oncologia infantil). Foi uma experiência incrível. As pessoas me perguntavam porque que uma Brasileira estava metida num hospital, contando história para crianças americanas e minha resposta era sempre a mesma: “ser humano é ser humano em qualquer lugar do mundo e por isso estava apenas dando continuidade a algo que já fazia parte da minha vida: fazer o bem!
Ao voltar para o Brasil, fui imediatamente convidada para trabalhar para a Associação Viva e Deixe Viver. Hoje, meu maior desafio e sonho é multiplicar este maravilhoso projeto que reúne mais de 1.100 voluntários no Brasil, contando história em 72 hospitais parceiros. E, reconhecendo o coração solidário dos Brasileiros, acredito que o que ainda me falta para alcançar este sonho, seria apenas ampliar a capacidade de treinarmos e capacitarmos mais voluntários anualmente. Para tanto, espero vencer o Projeto Generosidade e estou confiante de que nosso público-alvo, as crianças e adolescentes hospitalizados, serão os maiores beneficiados com isto. www.vivaedeixeviver.org.br

Participe do Projeto Generosidade
Entre no site www.editoraglobo.com.br/generosidade e conte sua história do bem. Você pode relatar sua própria ação transformadora ou a experiência de alguém - ou de um grupo - que pratique atos generosos.

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